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28/12/2015

Resenha - Perdido em Marte


Hey amores!
Faz tempo, mas vamos lá. Hoje trago o livro que recentemente recebeu uma adaptação cinematográfica chamado Perdido em Marte, e o ator principal é o ilustre Matt Damon!


Livro: Perdido em Marte
Autor: Andy Weir
Editora: Arqueiro
Ano: 2015
Páginas: 336
Skoob: 4/5
Adquira o livro: aqui

Sinopse: Há seis dias, o astronauta Mark Watney se tornou a décima sétima pessoa a pisar em Marte. E, provavelmente, será a primeira a morrer no planeta vermelho. Depois de uma forte tempestade de areia, a missão Ares 3 é abortada e a tripulação vai embora, certa de que Mark morreu em um terrível acidente. Ao despertar, ele se vê completamente sozinho, ferido e sem ter como avisar às pessoas na Terra que está vivo. E, mesmo que conseguisse se comunicar, seus mantimentos terminariam anos antes da chegada de um possível resgate. Ainda assim, Mark não está disposto a desistir. Munido de nada além de curiosidade e de suas habilidades de engenheiro e botânico – e um senso de humor inabalável –, ele embarca numa luta obstinada pela sobrevivência. Para isso, será o primeiro homem a plantar batatas em Marte e, usando uma genial mistura de cálculos e fita adesiva, vai elaborar um plano para entrar em contato com a Nasa e, quem sabe, sair vivo de lá. Com um forte embasamento científico real e moderno, Perdido em Marte é um suspense memorável e divertido, impulsionado por uma trama que não para de surpreender o leitor.

“Estou ferrado.
Essa é minha opinião abalizada.
Ferrado.”

Resenha: Perdido em Marte é um livro cujo gênero é ficção científica, e que desde o começo não podemos esquecer que se trata de uma ficção. Simples assim. E que não vale a pena ficar criticando o autor por ter “viajado” legal na hora de escrever.

O livro retrata a história do astronauta Mark Watney, que foi a décima sétima pessoa a pisar em Marte, e provavelmente a primeira a morrer no planeta. Ou não. A história começa com o próprio personagem ironizando sua situação, logo assumindo o quanto ferrado  realmente estava. Sendo então realista, mas ao mesmo tempo otimista.

“Foi uma sequência ridícula de acontecimentos que quase me fez morrer, e uma sequência ainda mais ridícula que me fez sobreviver.”

Durante uma missão de rotina na superfície do planeta vermelho, ocorreu uma forte tempestade de areia, (desencadeando vários acontecimentos que são contados durante a leitura do livro) fazendo com que a Ares 3 seja abortada, mas durante a tempestade Mark foi atingido pela antena de comunicação, se perdendo do restante da tripulação e se ferindo. Todos estavam certos de que Mark havia morrido, então não tiveram outra escolha a não ser partir antes que a tempestade tombasse o VAM.

Obs: todas essas palavras (VAM, Hab, Ares) são explicadas no livro.
Quando ele acorda, descobre que naturalmente a tripulação foi embora, se vendo então perdido no planeta:

· Sozinho.
· Sem comunicação (a antena atingiu o Mark), ou seja, ele não pode avisar a Nasa que está vivo.
· Todos seus mantimentos não durariam até a próxima missão tripulada ao planeta.

Mark então elabora um plano de sobrevivência que envolve plantar batatas, manter o Hab funcionando, e encontrar um modo de se comunicar com a Terra usando suas habilidades de botânico, engenheiro e astronauta. Sim! Ele é o máximo!

A questão, em minha opinião, não é sobre se o Mark vai ou não sobreviver, e sim, como ele vai fazer isso. De certo modo, é mais sobre a estadia dele no planeta vermelho. Contudo, sempre fica a duvida...  Será que ele vai conseguir? Quem ou como vão resgatá-lo?  Porque ao ler você nota que é um verdadeiro x1. Mark vs. Marte.

Mark é muito otimista, sendo essa uma das principais qualidades que o fez ser um dos escolhidos para tripular a Ares 3. Porque se uma coisa que Mark Watney é, é otimista. E engraçado, irônico, divertido... E tals.

O livro é narrado através de um diário de bordo, e pela terceira pessoa de outros personagens, alternando mais pelo local, como a Terra, Marte, e o Espaço (onde a tripulação da Ares 3 está ainda, voltando pra Terra). Nesse diário, Mark é completamente sincero e franco sobre como se sente, e sempre sendo minucioso na hora de detalhar tudo que faz, porque talvez daqui cem anos alguém vá acabar encontrando o diário de bordo e vai saber que ele não morreu durante a tempestade.

“Talvez decretem um dia de luto nacional em minha homenagem e minha página na Wikipédia vá dizer: “Mark Watney foi o único ser humano que morreu em Marte”.”

Sendo bem cientifico, tive que ficar muito atenta a todas as informações e explicações detalhadas que o autor transmitia através do personagem de modo claro e irônico. Terminei o livro me sentindo um expert em assuntos do espaço. Rsrs. Só que não.

Eu pessoalmente gostei sim da história, achei ele informativo e cheio de ironia, o que  gosto bastante , por isso não vou bombardear o livro.Como disse, é um livro de ficção, e que ainda por cima, é engraçado, se claro, você entender os trocadilhos.

Eu simplesmente amei a segunda edição não só pela capa (amei muito essa capa, principalmente porque o rosto do Matt Damon está bem evidente), mas também por não ter erros gráficos. Como sempre a Editora Arqueiro arrasando! Andy Weir. Não esqueçam esse nome.

Recomendo Perdido em Marte para os que obviamente adoram ficção científica e uma boa dose de comédia. 

Classificação


2 comentários:

  1. Oi, Marcela!
    Esse é o tipo de história que me prende a um filme, mas não a um livro. Tenho bastante dificuldade para ler ficção científica... Mas por usarem o recurso do diário de bordo, talvez seja mais interessante pra mim do que outros livros do gênero.

    Beijos, Entre Aspas

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  2. Oie
    Eu curti muito ler este livro, foi meu primeiro contato com a ficção cientifica e pretendo ler outros.

    Beijos
    http://diariodeincentivoaleitura.blogspot.com/

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