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28/01/2016

Resenha - O Último dos Canalhas


Hey leitores!
Que tal mais um Romance Histórico com a inigualável Loretta Chase?


Livro: O Último dos Canalhas
Autora: Loretta Chase
Editora: Arqueiro
Ano: 2015
Páginas: 304
Skoob: 4/5
Adquira o livro: aqui

Sinopse: O devasso Vere Mallory, duque de Ainswood, está pronto para sua próxima conquista e já escolheu o alvo: a jornalista Lydia Grenville. Só que desta vez, além de seduzir uma bela mulher, ele deseja também se vingar dela. Ao se envolver numa discussão numa taverna, Vere foi nocauteado por Lydia e se tornou alvo de chacota de toda a sociedade. Agora ele quer dar o troco manchando a reputação da moça. Mas Lydia não está interessada em romance, principalmente com um homem pervertido feito Mallory. Em seus artigos, ela ataca nobres insensatos como ele, a quem considera a principal causa dos problemas sociais. Nesse duelo de vontades, Vere e Lydia se esforçam para provocar a derrota mais humilhante ao mesmo tempo que lutam contra a atração que o adversário lhe desperta. E, nessa divertida batalha de sedução e malícia, resta saber quem será o primeiro a ceder à tentação.

“Aquela criatura insolente achava que tinha vencido – e todo mundo devia pensar isso também. Em poucas horas, toda Londres ouviria dizer que uma mulher havia derrubado Ainswood, o último dos canalhas da família, de bunda no chão.”

Resenha: Vere é literalmente o último canalha da família Mallory, que herdara o título de duque de Ainswood, logo após a morte de seu amado primo, Robin, de apenas nove anos, o deixando complemente arrasado, pois havia chegado tarde demais... de novo. O duque passa então a viver sem restrições, se esforçando ao máximo para fazer jus a sua fama de canalha, ainda mais depois de se deparar com a impetuosa “mulher dragão”, mais conhecida como Lydia Grenville.

“Se ela fosse um homem, Vere correria atrás, a arrancaria do veiculo e enfiaria aquele sorriso metido a besta goela abaixo. Mas ele só podia olhar, raivoso, até que ela dobrou uma esquina logo depois... Seus olhos não mais a viam, mas o coração palpitava.”

Lydia é uma jornalista corajosa e independente, que não se vê intimidada com as investidas do pervertido Ainswood. Disposta a correr perigo de vida só para capturar a horrenda Coralie Brees, a pior cafetina de toda Londres, que sequestra meninas e as faz trabalhar nos bordeis mais nojentos da cidade; isso sem contar os assassinatos que esta cometeu, essa busca de Lydia se torna implacável.

Durante uma perseguição, Lydia quase atropela um jovem com sua carruagem, mas não para, pois não quer perder de vista Coralie , que levava uma jovem recém-chegada a Londres. Mas antes que Lydia pudesse fazer algo, o duque se intrometera, atrapalhando os planos da jornalista e deixando-a furiosa após lhe roubar um beijo meio a uma multidão, resultando num soco humilhante.
A partir desse ocorrido, Vere decide  se vingar de Lydia após fazer dele o alvo de chacota da sociedade, enquanto Lydia está decidida a desmascarar Coralie, mesmo que isso signifique pedir ajuda ao perverso duque de Ainswood. 

Além do romance, o livro também é recheado de mistério e ação, afinal por que Lydia quer deixar o passado enterrado? E como Vere irá lidar com seus fantasmas? O duque demora a entender que Lydia não irá ceder tão facilmente aos seus encantos, além dela ser claramente uma mulher inteligente, que se vê lutando contra a “tentação”.

“E se lembrou de que tipo de homem ele era. O tipo libertino que despreza as mulheres. Para ele, nós temos apenas uma utilidade e, se já fomos usadas, perdemos totalmente o valor.”

O Último dos Canalhas é o quarto volume da saga Scoundrels (#Canalhas), mas o segundo da escritora lançado no Brasil, pela Editora Arqueiro, sendo que o primeiro foi O Príncipe dos Canalhas (confira resenha aqui). A saga, felizmente, pode ser lida fora de ordem, pois cada volume é focado em casais diferentes.

“Agora Lydia não tinha como fugir. Para o bem ou para o mal, estava amarrada a Vere.”

Depois de ler O Príncipe dos Canalhas, fiquei “louca” ao saber que iam lançar outro livro da Loretta Chase! A capa é tão linda, a narrativa da Chase é na terceira pessoa e é bem dinâmica. Os personagens são perfeitos, cada um com sua personalidade e história, e amei ainda mais ao perceber que alguns dos personagens do livro anterior estavam presentes neste! (como Lorde Dain e a Jéssica, ou será Lady Dain? Tam tam tam).

“O amor precisara pegá-lo desprevenido. Fora o que Lydia fizera diversas vezes. Furtiva, ardilosa, recusando-se a jogar segundo as regras. Era assim que o amor funcionava. E ele estava explodindo de felicidade.”


Uma narrativa sarcástica,de personagens irônicos e puramente cativantes. Recomendo para os que já são fãs desses perfeitos Canalhas, e para os que ainda não sabem o que estão perdendo. 

Classificação


22/01/2016

Lançamentos Editora Seguinte


Olá pessoal, hoje temos lançamentos. E tenho certeza que vocês vão adorar. Confiram!!


Um de nossos principais lançamentos de 2015 foi A rainha vermelha, a série de Victoria Aveyard que mistura A Seleção com X-Men e Guerra dos Tronos. O primeiro volume foi um sucesso, com milhares de leitores se unindo à Guarda Escarlate e esperando pela continuação da saga de Mare Barrow.

Para amenizar essa ansiedade a editora lançou Coroa cruel na semana passada. Neste volume de contos, você pode conhecer um pouco mais da história de duas mulheres em lados opostos da rebelião: a rainha Coriane e Diana Farley (uma das líderes da Guarda Escarlate).


O segundo volume da série se chamará Espada de vidro, e chegará nas livrarias brasileiras dia 12 de fevereiro. Vá até o final desta mensagem para ler o 1º capítulo agora!



   
Victoria Aveyard se encontrou com Elizabeth Banks esta semana. Elizabeth será responsável pela direção do filme de A rainha vermelha, e as duas já aproveitaram para discutir Espada de vidro!
Saiu o booktrailer de A rebelde do deserto, de Alwyn Hamilton!
O livro será lançado pela Seguinte em abril :)

LANÇAMENTOS DA SEGUINTE:
(Atenção: não leia o capítulo abaixo se ainda não tiver lido A rainha vermelha!)

Espada de vidro - Capítulo Um
 
Estremeço. Ela me deu um pano limpo, mas ainda tinha cheiro de sangue. Não deveria me importar com isso. Já tenho sangue pela roupa inteira. O vermelho é meu, claro. O prateado pertence a muitos outros. Evangeline, Ptolemus, o lorde ninfoide… todos que tentaram me matar na arena. Imagino que parte desse sangue também é de Cal. Ele sangrou muito sobre a areia, todo cortado e arranhado por nossos potenciais carrascos. Agora Cal está sentado na minha frente, observando os próprios pés, deixando as feridas começarem o lento processo de cicatrização. Dou uma olhada num dos muitos cortes no meu braço, provavelmente feito por Evangeline. Ainda fresco, fundo o suficiente para deixar uma marca. Parte de mim se alegra ao pensar nisto: esta incisão irregular não vai desaparecer magicamente sob as mãos frias de um curandeiro. Cal e eu não estamos mais no mundo prateado, e não há ninguém para simplesmente apagar nossas cicatrizes merecidas. Nós escapamos. Eu escapei, pelo menos. As correntes de Cal são um lembrete concreto de sua condição de prisioneiro.
Farley cutuca meu braço, e a delicadeza de seu toque me surpreende.
— Esconda o rosto, garota elétrica. É o que estão procurando.
Pela primeira vez, faço o que mandam. Os outros seguem meu exemplo e cobrem a boca e o nariz com um tecido vermelho. O rosto de Cal é o último a ser coberto. Ele não reage quando Farley dá um nó no disfarce dele, deixando-o parecido com um de nós.
Se ao menos ele fosse um de nós…
Uma vibração elétrica energiza meu corpo e me lembra que estou no subtrem, pulsando e chiando. Inexorável, ele nos leva adiante, para uma cidade que um dia foi um santuário. O trem dispara e grita sobre os velhos trilhos como um lépido prateado correndo em campo aberto. Ouço o metal faiscar, sinto-o no fundo dos ossos, onde uma dor fria se instala. Minha fúria, minha força na arena parecem lembranças distantes, que deixaram para trás apenas dor e medo. Mal posso imaginar o que Cal está pensando. Ele perdeu tudo, tudo que amava na vida: um pai, um irmão, um reino… Como ele faz para suportar, para permanecer imóvel a não ser pelo balanço do trem? Não sei.
Ninguém precisa me dizer o motivo da pressa. Farley e seus guardas, tensos como uma corda esticada, são o suficiente para eu entender. Ainda estamos fugindo.
Maven já passou por este caminho antes, e passará de novo. Desta vez, com a fúria dos seus soldados, sua mãe e sua nova coroa. Ontem ele era um príncipe; hoje é o rei. Pensei que fosse meu amigo, meu noivo. Agora sei a verdade.
Confiei nele um dia. Agora sei que devo odiá-lo, temê-lo. Por uma coroa, ele ajudou a matar o próprio pai e incriminou o irmão pelo assassinato. Ele sabe que a radiação ao redor da cidade em ruínas é uma mentira, um truque; e sabe para onde o trem vai. O santuário construído por Farley não é mais seguro, não para nós. Não para você.
Talvez já estejamos correndo em direção a uma armadilha.
Um braço me envolve com força ao perceber meu desconforto. Shade. Ainda não consigo acreditar que meu irmão está aqui, vivo — e, ainda mais estranho, igual a mim. Vermelho e prateado, e mais forte que ambos.
— Não vou deixar pegarem você de novo — ele sussurra tão baixo que quase não consigo escutar. Imagino que lealdade a qualquer coisa que não seja a Guarda Escarlate não seja permitida, ainda que se trate de um familiar. — Prometo.
A presença dele me acalma, me faz voltar no tempo. Até uma primavera chuvosa, antes de ele ser recrutado, quando ainda podíamos fingir ser crianças. Não existia nada além da lama, do povoado e do nosso hábito idiota de ignorar o futuro. Agora só consigo pensar no futuro, só consigo me perguntar a que caminhos sombrios meus atos vão nos levar.
— O que vamos fazer agora? — Minha pergunta é dirigida a Farley, mas meus olhos encontram Kilorn. Ele está bem atrás dela, um guardião obediente, com o queixo rígido e ataduras ensanguentadas. E pensar que ele era aprendiz de pescador não faz muito tempo. Assim como Shade, ele parece deslocado, um fantasma de uma época anterior a tudo isto.
— Sempre há para onde correr — Farley responde, mais concentrada em Cal do que em qualquer outra coisa. Ela fica à espera de que ele lute, resista, mas ele não faz nada disso. — E não desgrude dela — Farley diz para Shade depois de um longo momento. Meu irmão assente e sinto a palma da sua mão pesar mais no meu ombro. — Não podemos perdê-la.
Não sou general nem estrategista, mas o raciocínio dela é claro. Sou a menininha elétrica — eletricidade viva, relâmpago em forma humana. As pessoas sabem meu nome, conhecem meu rosto e meus poderes. Sou valiosa, sou poderosa, e Maven fará qualquer coisa para me impedir de contra-atacar. Como meu irmão pode me proteger da perversão do novo rei — mesmo sendo igual a mim, mesmo sendo a coisa mais rápida que já vi —, não sei. Mas preciso acreditar, ainda que pareça um milagre. Afinal, tenho visto tantas coisas impossíveis. Outra fuga seria só mais uma.
Ferrolhos de armas deslizam e travam com um clique que ecoa no fundo do trem à medida que a guarda se prepara. Kilorn se posiciona perto de mim, segurando firme o rifle atravessado no seu peito. Ele olha para baixo com uma expressão suave. Tenta dar um sorrisinho para me fazer rir, mas seus olhos verdes e brilhantes estão sérios e temerosos.
Em contrapartida, Cal está sentado em silêncio, quase em paz. Embora seja quem mais tem motivos para temer — acorrentado, cercado de inimigos, caçado pelo próprio irmão —, ele parece sereno. Não estou surpresa. Ele é um soldado de nascença e criação. Guerra é uma coisa que ele entende, e com certeza estamos em guerra agora.
— Espero que vocês não estejam pensando em lutar — ele diz, falando pela primeira vez em muito tempo. Seus olhos estão fixos em mim, mas suas palavras provocam Farley. — Espero que planejem fugir.
— Poupe o fôlego, prateado. — Ela endireita os ombros. — Sei o que temos de fazer.
— Ele também sabe. — Não consigo segurar as palavras.
Farley lança um olhar ardente para mim, mas já suportei pior. Nem estremeço.
— Cal sabe como eles lutam — continuo. — Sabe o que vão fazer para nos impedir. Use-o.
Qual é a sensação de ser usada? Ele cuspiu essas palavras na minha cara quando estávamos na prisão debaixo do Ossário e tive vontade de morrer. Agora quase não dói.
Ela não fala nada, e isso basta para Cal:
— Vão vir com os Dragões — ele diz, sombrio.
— Como se existissem! — Kilorn ri alto.
— São jatos — Cal diz com o olhar brilhando de desgosto. — Asas laranja, fuselagem prateada, um único piloto, fácil de manobrar, perfeito para ataques urbanos. Cada um carrega quatro mísseis. Se multiplicarmos por um esquadrão, são quarenta e oito mísseis de que vocês têm que correr, além da munição leve. Conseguem lidar com isso? — A resposta é apenas o silêncio. Não, não conseguimos. — E os Dragões são a menor das nossas preocupações. Eles só vão circular, defender o perímetro, nos manter no lugar até as tropas terrestres chegarem. — Ele baixa os olhos, pensando rápido. Está se perguntando o que faria se estivesse do outro lado, se fosse o rei em vez de Maven. — Vão nos cercar e apresentar seus termos. Mare e eu em troca de deixar vocês escaparem.
Outro sacrifício. Devagar, respiro fundo. Esta manhã, ontem, antes de toda esta loucura, eu teria ficado feliz de me entregar para salvar apenas Kilorn e meu irmão. Mas agora… Agora sei que sou especial. Agora tenho outros para proteger. Agora não podem me perder.
— Não podemos concordar com isso — digo. Uma verdade amarga. O olhar de Kilorn pesa sobre mim, mas não o encaro. Não conseguiria digerir seu julgamento.
Cal não é tão duro quanto eu. Ele acena com a cabeça, concordando comigo.
— O rei não acha que vamos ceder — ele comenta. — Os jatos vão derrubar as ruínas sobre nós, e o resto vai varrer os sobreviventes. Será um pouco mais do que um massacre.
Farley é orgulhosa, até quando está em um beco sem saída terrível, como agora.
— O que você sugere? — ela pergunta, se inclinando sobre ele. As palavras dela jorram desdém. — Rendição total?
— Maven ainda mataria você. Seja em uma cela ou no campo de batalha, ele não vai deixar nenhum de nós viver — Cal diz, com uma expressão de nojo em seu rosto.
— Então é melhor morrer lutando. — A voz de Kilorn soa mais forte do que deveria, mas seus dedos tremem. Ele parece disposto a fazer tudo pela causa como o resto dos rebeldes, mas meu amigo ainda tem medo. Ainda é um garoto com não mais de dezoito anos, com muito pelo que viver e muito pouco pelo que morrer.
Cal desdenha da declaração forçada mas corajosa de Kilorn, apesar de não dizer mais nada. Ele sabe que uma descrição gráfica da nossa morte iminente não vai ajudar ninguém.
Farley não compartilha de seu sentimento e despreza a opinião dos dois com um gesto. Atrás de mim, meu irmão parece tão determinado quanto ela.
Eles sabem alguma coisa que não sabemos, alguma coisa que não vão dizer ainda. Maven ensinou a todos nós o preço de confiar nas pessoas erradas.
— Não somos nós que vamos morrer hoje. — É tudo o que ela diz antes de marchar para a frente do trem. As botas dela contra o assoalho metálico soam como marteladas, cada passo um golpe de determinação e teimosia.
Percebo o trem desacelerar antes mesmo de sentir. A eletricidade diminui, enfraquece, à medida que deslizamos para dentro da estação. Talvez encontremos no alto do céu uma neblina branca ou os jatos de asas laranja, não sei. Os outros parecem não se importar e saem do trem com uma intenção clara. Em seu silêncio, a guarda armada e mascarada se assemelha a soldados, mas eu sei a verdade. Não são páreo para o que virá.
— Prepare-se — Cal sussurra no meu ouvido, e sua voz me dá calafrios. Lembro dos dias que já passaram, da dança sob o luar. — Lembre-se de como você é forte.
Kilorn abre caminho para o meu lado com os ombros e me separa de Cal antes que eu possa dizer que a minha força e o meu poder são tudo de que eu ainda tenho certeza. A eletricidade nas minhas veias talvez seja a única coisa em que confio neste mundo.
Quero acreditar na Guarda Escarlate e, claro, em Shade e Kilorn, mas não consigo, não depois da confusão que a minha confiança, a minha cegueira em relação a Maven nos meteu. E Cal está completamente fora de questão. É um prisioneiro, um prateado, o inimigo que nos trairia se pudesse — se tivesse outro lugar para onde fugir.
Mesmo assim, por algum motivo, sinto uma ligação com ele. Lembro do garoto sobrecarregado que me deu uma moeda de prata quando eu não era nada. Com aquele único gesto, ele mudou o meu futuro e destruiu o próprio.
E temos uma aliança — instável, forjada em sangue e traição. Estamos conectados, unidos contra Maven, contra todos que nos enganaram, contra o mundo prestes a se despedaçar.


O silêncio nos espera. A neblina cinzenta e úmida paira sobre as ruínas de Naercey, trazendo o céu tão para baixo que eu poderia tocá-lo. Faz frio, o frio do outono, a estação da mudança e da morte. Nada assombra os céus ainda, nenhum jato para chover destruição sobre uma cidade já destruída. Farley impõe um ritmo acelerado e segue na frente desde os trilhos até a avenida larga e abandonada. Os escombros abrem-se como um cânion, mais cinzentos e arrasados do que me lembrava.
Marchamos pela rua em direção ao leste, rumo à orla encoberta. As estruturas altas, semidesmoronadas, inclinam-se sobre nós; suas janelas são como olhos que nos observam passar. Os prateados poderiam estar à nossa espera dentro de algum buraco, debaixo de arcos ensombrecidos, prontos para matar a Guarda Escarlate. Maven poderia me forçar a assisti-lo eliminar os rebeldes um a um. Ele não me daria o luxo de uma morte rápida e indolor. Ou pior, penso. Ele não me deixaria sequer morrer.
Esse pensamento faz meu sangue gelar como o toque de um calafrio prateado. Por mais que Maven tenha mentido para mim, ainda conheço um pedacinho do coração dele. Lembro dele me agarrando através das barras da cela, me segurando com dedos trêmulos. E lembro do nome que ele carrega, o nome que me faz pensar que ainda há um coração batendo dentro dele. Seu nome era Thomas, e eu o vi morrer. Ele não conseguiu salvar aquele garoto. Mas pode me salvar, da sua própria maneira perversa.
Não. Nunca vou lhe dar essa satisfação. Prefiro morrer.
Mas, por mais que eu tente, não consigo esquecer a sombra que pensei que ele fosse, o príncipe perdido e esquecido. Queria que aquela pessoa fosse real. Queria que ele existisse em algum lugar além das minhas lembranças.
As ruínas de Naercey ecoam de um jeito estranho, mais silenciosas do que deveriam. Então me assusto ao perceber por quê. Os refugiados foram embora. A mulher que varria os montes de cinzas, as crianças que se escondiam nas tubulações, as sombras dos meus irmãos e irmãs vermelhos: todos fugiram. Não sobrou ninguém além de nós.
— Você pode pensar o que quiser de Farley, mas ela não é estúpida — Shade responde antes de eu ter a chance de perguntar. — Deu ordem para todos baterem em retirada ontem à noite, depois de escapar de Archeon. Ela pensou que você ou Maven falariam sob tortura.
Ela estava errada. Não era preciso torturar Maven. Ele forneceu as informações de livre e espontânea vontade. Abriu a mente para a mãe e a deixou revirar tudo o que tinha visto. O subtrem, a cidade secreta, a lista. Era tudo dela agora, assim como ele sempre foi.
A fileira de soldados da Guarda Escarlate estende-se atrás de nós, um bando desordenado de homens e mulheres armados. Kilorn marcha no meu encalço, o olhar centrado, enquanto Farley lidera. Dois soldados corpulentos forçam Cal a seguir os passos dela de perto, apertando bem os braços dele. Os cachecóis vermelhos os fazem parecer um pesadelo encarnado. Mas restam muito poucos de nós agora, talvez trinta, todos caminhando feridos. Tão poucos sobreviveram…
— Não temos gente suficiente para continuar com a rebelião, ainda que a gente escape de novo — cochicho para meu irmão. A neblina abafa minha voz, mas ele me escuta mesmo assim.
O canto da boca dele se contrai, como se quisesse sorrir.
— Isso não é preocupação sua.
Antes que eu pudesse insistir no assunto, o soldado na nossa frente para. Não é o único. Na frente da fila, Farley ergue o punho e crava os olhos no céu cinzento. Os demais imitam o gesto e procuram o que não conseguimos enxergar. Apenas Cal continua a olhar para o chão. Ele já sabe qual vai ser nosso destino.
Um grito distante, inumano, desce através da névoa. É um som mecânico e constante, circulando lá no alto. E não está sozinho. Doze sombras em forma de flecha disparam no céu; suas asas laranja cortam uma nuvem atrás da outra. Nunca tinha visto um jato direito, não tão perto ou sem o manto da noite, então não consigo evitar que meu queixo caia quando consigo avistá-los. Farley berra ordens para a Guarda, mas não a escuto. Estou concentrada demais em observar o céu, em assistir à morte alada traçar um arco sobre nossas cabeças. Como a moto de Cal, as máquinas voadoras são lindas, feitas de metal e vidro inacreditavelmente curvados. Imagino que um magnetron tenha algo a ver com a fabricação — de que outra maneira metal poderia voar? Motores azulados faíscam sob as asas, um indício de eletricidade. Mal sinto a pontada; é como um suspiro contra minha pele, longe demais para que eu possa afetá-los. Só posso observar — horrorizada.
Eles chiam e giram em torno da ilha de Naercey sem jamais quebrar a formação circular. Quase sou capaz de fingir que são inofensivos, nada além de pássaros curiosos que vieram ver os destroços de uma rebelião. Então um dardo de metal cinza dispara sobre nós deixando uma trilha de fumaça, movendo-se tão rápido que é quase invisível. Ele colide contra um prédio no fim da avenida e desaparece dentro de uma janela quebrada. Uma flor vermelho-alaranjada explode menos de um segundo depois, destruindo todo o andar de um edifício já prestes a desmoronar. Ele se despedaça e despenca, as fundações milenares partindo como palitos de dente. A estrutura inteira pende e cai tão devagar que me faz duvidar do que estou vendo. Quando atinge a rua, bloqueando o caminho à nossa frente, sinto o tremor no fundo do peito. Uma nuvem de fumaça e poeira nos alcança, mas não me encolho. É preciso mais do que isso para me assustar agora.
Em meio à névoa cinza e marrom, Cal permanece de pé comigo, apesar de seus captores terem se abaixado. Nossos olhos se encontram por um momento, e os ombros dele caem. É o único sinal de derrota que ele me deixará ver.
Farley se agarra ao guarda mais próximo e se apoia nele para levantar.
— Se espalhem! — grita, apontando para os becos ao nosso redor. — Para o norte, para os túneis! — Ela aponta para seus tenentes enquanto fala, indicando para onde devem ir. — Shade, para o lado do parque!
Meu irmão assente; sabe o que ela quer dizer. Outro míssil desaba contra um prédio próximo e abafa a voz de Farley. Mas é fácil distinguir o que ela grita.
Corram.
Parte de mim quer se defender, resistir, lutar. Meus raios roxo-claros com certeza farão de mim um alvo e desviarão os jatos dos rebeldes fugitivos. Talvez eu leve até um ou dois aviões comigo. Mas isso não pode acontecer. Sou mais valiosa do que o resto, do que máscaras vermelhas e ataduras. Shade e eu temos que sobreviver — se não pela causa, ao menos pelos outros. Pela lista de centenas como nós — anomalias híbridas, bizarras, vermelho-prateados impossíveis de existir —, que sem dúvida vão morrer se falharmos.
Shade sabe disso tanto quanto eu. Ele agarra meu braço, apertando tanto que até machuca. Chega a ser quase fácil correr ao lado dele, me deixar guiar para longe daquela avenida larga, para o emaranhado de cinza e verde das árvores transbordando rua adentro. Quanto mais seguimos, mais densas elas se tornam, retorcidas e unidas como dedos deformados. Mil anos de abandono transformaram este pequeno lote numa selva mortal. Ela nos protege do céu, até ouvirmos apenas os jatos, circulando cada vez mais perto. Kilorn não fica para trás. Por um instante, finjo que estamos no nosso vilarejo, zanzando por Palafitas à procura de diversão e encrenca.
Parece que só encontramos encrenca.
Quando Shade afunda os calcanhares no chão e derrapa até parar, deixando marcas na terra, eu enfim tenho a chance de olhar ao redor. Kilorn para ao nosso lado, seu rifle apontado — em vão — para o céu, mas ninguém mais nos segue. Já não consigo sequer ver a rua ou os panos vermelhos fugindo entre as ruínas.
Meu irmão tenta enxergar por entre os ramos das árvores; observa e espera os jatos voarem para longe.
— Aonde estamos indo? — pergunto para ele, sem fôlego.
Kilorn responde em seu lugar.
— Para o rio — ele diz. — E então para o oceano. Você pode nos levar?
Kilorn olha para as mãos de Shade como se os poderes dele estivessem estampados na carne. Mas a força do meu irmão está enterrada, assim como a minha; é invisível até ele decidir revelá-la.
Shade nega com a cabeça.
— Não com um salto; é longe demais. Prefiro correr e poupar energia. — Seus olhos escurecem antes de ele continuar: — Até a gente precisar de verdade.
Concordo com a cabeça. Sei por experiência própria o que é fadiga de poder, sentir o cansaço nos ossos, mal conseguir andar, muito menos lutar.
— Para onde estão levando Cal?
Minha pergunta faz Kilorn estremecer.
— Que se dane. Não ligo.
— Pois deveria — rebato, apesar de a minha voz tremer de hesitação. Não, ele não deveria. Nem você. Se o príncipe for embora, que seja. — Ele pode nos ajudar a sair dessa. Pode lutar com a gente.
— Ele vai fugir ou nos matar assim que tiver a chance — Kilorn dispara, baixando o cachecol para mostrar sua careta de raiva.
Imagino o fogo de Cal queimando tudo no caminho, de metal a carne.
— Ele já poderia ter matado você — digo. Não é exagero, e Kilorn sabe disso.
— Por algum motivo pensei que vocês estariam maduros o suficiente para acabar com essa implicância — Shade diz, se colocando entre nós. — Que ingenuidade a minha.
Kilorn força um pedido de desculpas por entre os dentes, mas eu não. Meu foco está nos jatos, em deixar seus corações elétricos palpitarem contra o meu. Eles enfraquecem a cada segundo, distanciando-se mais e mais.
— Eles estão voando para longe de nós — aviso. — Se é para irmos, tem que ser agora.
Tanto meu irmão quanto Kilorn me lançam um olhar estranho, mas nenhum dos dois discute.
— Por aqui — Shade diz, apontando para as árvores. Uma trilha pequena, quase invisível, serpenteia por entre elas; a poeira foi varrida para revelar as pedras e o asfalto embaixo. De novo, Shade segura meu braço. Kilorn abre caminho rapidamente e o seguimos no mesmo ritmo.
Os galhos nos arranham, cada vez mais encurvados até ficar impossível correr lado a lado. Mas em vez de me soltar, Shade me segura mais forte. Então percebo que ele não está me apertando. É o ar, o mundo. Tudo junto ao mesmo tempo por um segundo sufocante e escuro. E, num piscar de olhos, estamos do outro lado das árvores, olhando para trás, vendo Kilorn emergir da mata cinzenta.
— Mas ele estava na frente… — solto em voz alta olhando de Shade para a trilha. Cruzamos para o meio da rua, com o céu e a fumaça pairando acima. — Você…
Shade abre um sorriso, o que parece inadequado diante do grito longínquo dos jatos.
— Digamos que… saltei. Se eu estiver te segurando, você pode vir junto — ele diz antes de nos apressar na direção do próximo beco.
Meu coração dispara ao perceber que acabei de ser teletransportada. Quase esqueço nossa situação complicada.
Os jatos logo refrescam minha memória. Outro míssil explode ao norte; um prédio vai ao chão e faz a terra tremer. O pó avança sobre o beco numa onda e nos tinge de mais uma camada de cinza. Estou tão acostumada com fumaça e fogo agora que mal sinto o cheiro, mesmo quando as cinzas começam a cair como neve. Deixamos nossas pegadas nelas. Talvez sejam nossas últimas marcas em vida.
Shade sabe para onde ir e como correr. Kilorn não tem dificuldade em nos acompanhar, apesar do peso do rifle. Retornamos à avenida. A leste, um feixe de luz do sol irrompe por entre o pó e a sujeira, trazendo consigo uma lufada salgada do ar da costa. A oeste, o primeiro prédio que desmoronou é um gigante caído que bloqueia qualquer retirada para o trem. Vidro quebrado, esqueletos de ferro das construções e placas estranhas de um branco desbotado erguem-se à nossa volta — um palácio em ruínas.
O que era isto? Me pergunto vagamente. Julian saberia. Dói só de pensar no nome dele, e faço um esforço para afastar a sensação.
Um punhado de mascarados vermelhos atravessa o ar repleto de cinzas. Procuro uma silhueta familiar, mas nenhum sinal de Cal, o que me causa um medo terrível.
— Não vou embora sem ele.
Shade não se dá ao trabalho de perguntar de quem estou falando. Já sabe.
— O príncipe vai vir com a gente. Dou a minha palavra.
— Não confio na sua palavra. — Minha resposta corta fundo.
Shade é um soldado. Sua vida foi tudo menos fácil, e ele não é estranho à dor. Ainda assim, minha declaração o magoa profundamente. Vejo no seu rosto.
Peço desculpas mais tarde, digo a mim mesma.
Se o mais tarde chegar.
Outro míssil é disparado do alto e detona algumas ruas à frente. O trovão distante de uma explosão não encobre o ruído mais áspero e assustador que se ergue ao nosso redor.
O ritmo de mil pés marchando.

 
Encomende já seu exemplar de Espada de vidro.

Gostaram?? Eu já estou morrendo de ansiedade por esses livros. E vocês??

Bjs :)

19/01/2016

Resenha Dupla - Uma Longa Jornada e Noites de Tormenta


Hey Amores!
Pra hoje temos algo um tanto especial... Que tal um romance, ou melhor, dois, com aquele que eu considero particularmente o Mestre do gênero, e sim, estou falando do Nicholas Sparks!


Roteirista, produtor e escritor, que publicou seu primeiro livro aos 31 anos e tem suas obras atualmente traduzidas para 50 idiomas, estando também entre as mais vendidas.

Trouxe hoje dois livros fantásticos que li recentemente como cortesia da Editora Arqueiro, já considerados preferidos do meu acervo, pois entre os risos e lágrimas, pude mais uma vez contemplar o amor através de outra ótica, graças à escrita do Sparks. Espero sinceramente que gostem.


Uma Longa Jornada é sobre dois casais de gerações diferentes, mas que de alguma forma, estão ligados pelo destino, que irá ensinar a eles a quão longa jornada é a vida, ainda mais com alguém que ama.

“- Se nós não tivéssemos nos conhecido, acho que eu teria compreendido que minha vida não estava completa. E teria perambulado pelo mundo à sua procura, mesmo se não soubesse o que estava buscando.” -Ira

Ira e Ruth se conheceram um pouco antes da Segunda Guerra Mundial. Ira Levison é um cara simples, judeu e sulista (algo do qual ele se orgulha) e que trabalhava com o pai na loja de roupas e artigos masculinos. E Ruth era de Viena, mas que emigrara para a Carolina do Norte por causa do nazismo, e que nutre uma paixão profunda pela Arte.



Eles ultrapassaram inúmeras barreiras para ficarem juntos, coisas pequenas como a timidez de Ira na época, e coisas que marcaram a vida deles para sempre, como a guerra, mas que de certa maneira encontram um novo sentindo na Arte, mesmo Ira não compreendendo nada em todos aqueles “rabiscos”, mas ele entendia o efeito de uma pintura em Ruth.

“Estou tentando lhe dizer que não foi a arte que me mudou. Foi o modo como você olhava para mim enquanto eu olhava a arte. Em outra palavras foi você que mudou. -Ruth”

Já Sophia e Luke se “conheceram”, ou melhor, Luke a salvou de ser assediada em uma festa, logo após o rodeio, pelo ex namorado de Sophia, Brian, que ainda não aceitou o fim da relação, passando a persegui-la desde então. Depois do incidente e de Luke ter ensinado uma lição a Brian, Sophia e Luke se vem envolvidos em uma conversa sincera, e logo percebem como seria fácil estarem juntos.

“Sophia refletiu que passar tempo com Luke não era apenas fácil, mas de algum modo também parecia certo. Com Luke, podia ser ela mesma. Sentia que podia lhe dizer qualquer coisa que ele entenderia. -Sophia”
Luke é um caubói e tenta salvar a fazenda da mãe, usando os prêmios da montaria em touros. Já Sophia está no último ano de História da Arte e com a vida pela frente planejada, ou quase; já que trabalhar nessa área, tudo é incerto.
Duas pessoas absolutamente comuns, e com poucos interesses incomuns, mas que de alguma forma tudo parece “certo”, desde que estejam juntos, isso se Luke não puser tudo a perder com seu tenebroso segredo.



“Naquele instante, teve certeza de que já estava se apaixonando por ela e não havia nada no mundo que pudesse impedi-lo. –Luke”

A história se inicia com Ira tendo 91 anos, e decidiu dirigir para uma última viagem, sofrendo no caminho um terrível acidente. Enquanto espera por ajuda e luta pela vida, ele vê a imagem de sua amada esposa, Ruth, que morreu há nove anos. Mesmo sabendo que ela não é real, Ira se apega a sua figura com todas as suas forças e através de lembranças e de suas conversas com Ruth, traçada pelo humor, conhecemos mais profundamente sua história.

“Quando contemplo as profundezas do universo, sei que está chegando a hora em que a terei em meus braços mais uma vez. Afinal de contas, se existe um paraíso, nós nos encontraremos de novo, porque não existe um paraíso sem você. –Ira”

Uma Longa Jornada recebeu uma adaptação cinematográfica pela Twentieth Century Fox. A obra é narrada na terceira pessoa alternando de Luke para Sophia; e na primeira pessoa nos capítulos referentes à Ira, nos permitindo “ver” e “sentir” o que cada um deles vivencia no momento.

Eu adorei essa edição que a Arqueiro lançou, pois a capa foi baseada no cartaz do filme, contendo os personagens Luke e Sophia. A escrita do Sparks é perfeita por ser simples e direta, ou seja, é fácil se apegar a narrativa. Gostei ainda mais de acompanhar a jornada desses casais tão... “ícones”.
   
Ira e Ruth.


“Como seu pai costumava dizer, nós partilhamos a mais longa jornada, essa coisa chamada vida. E a minha foi cheia de alegria por sua causa. –Ira para Ruth”

Luke e Sophia:



“Percebeu que os altos e baixos, os sonhos e as dificuldades, tudo fora parte da jornada – uma jornada que a levou ao gado perto de uma cidade chamada King, onde se apaixonara por um caubói chamado Luke. –Sophia”

Classificação



Noites de Tormenta nos leva a conhecer a história de Adrienne Willis, que há três anos era somente uma mulher divorciada, com três filhos adolescentes, e um pai doente. Ela ficou incapaz de se sentir bonita ou ser feliz de novo depois que seu marido a trocou por uma mulher mais jovem. E quando a amiga, Jean, lhe pede para cuidar de sua pousada, ver a possiblidade de mudar a própria rotina.

Adrienne só não esperava que o único hóspede da pousada fosse mudar para sempre a forma de ver a vida.

Paul Flanner é um cirurgião bem-sucedido e determinado a conseguir ser o melhor no que faz, mesmo que isso significasse não ser o melhor marido ou o melhor pai. No entanto, ele se ver perdido nos últimos meses, quando sua esposa pediu o divórcio e seu único filho, Mark, um médico já formado, resolveu ir trabalhar numa clínica isolada no Equador, cortando assim toda ou qualquer ligação, que na verdade, jamais teve com o pai.

Sem ter uma ideia certa sobre o que fazer, Paul vende sua clínica e todos os seus bens antes de ir à cidade de Rodanthe, resolver um tenebroso assunto do seu passado. Ao chegar à pousada se depara com Adrienne, uma mulher que ele considera no mesmo instante linda, se vendo logo interessado em saber tudo sobre ela, principalmente o que a fez chorar antes dele chegar.

“Embora estivesse chorando dava para ver que era bonita, mas havia algo no modo triste como mudava o peso de um pé para o outro que deu a entender que ela não se dava conta da própria beleza. –Paul”



Adrienne está desiludida e Paul desnorteado, mas de alguma forma o destino os juntou, ali naquela pequena cidade de Rodanthe. Durante a estadia de Paul, ambos vão se conhecendo, descobrindo suas afinidades e histórias. Nem desconfiam que um tem poder para salvar ao outro.

“―Não sei como ou por que isso aconteceu, mas acho que estava escrito que eu viria para cá. –disse Paul. –Para conhecer você. Durante muitos anos, senti que faltava algo em minha vida, mas não sabia o que era. Agora sei.”

O livro é narrado na terceira pessoa, alternando entre Adrienne e Paul, mas que alterna também o tempo, entre o passado e o presente, pois essa história Adrienne guardou para si ao longo dos anos e se vê finalmente tendo que contá-la a filha, Amanda, que está passando por uma fase difícil.

Noites de Tormenta é sobre amor, perdão e segundas chances. Um livro curto, daqueles que se ler em um dia (tipo eu), perfeito para uma tarde chuvosa. Como sempre, amei a capa, pois descreve bem a tormenta que era a vida dos personagens antes de se conhecerem.



“Você é uma joia rara, Adrienne, e eu um homem de sorte por ter tido a chance de conhecê-la.”

Classificação

Recomendo os livros do Nicholas Sparks para os fãs de romances e de histórias inesquecíveis!


15/01/2016

Vem aí - Horas Decisivas


Olá pessoal, tudo bem com vocês? Vamos de lançamento hoje?? Confiram!!

Lançamento de janeiro da Única Editora -  Horas decisivas.
O livro que inspirou o filme estrelado por Chris Pine e que estreia em
4 de fevereiro nos cinemas do Brasil.


Você Tem Que Ir, Mas Não Tem Que Voltar.” O lema não oficial da Guarda Costeira martelava na cabeça de Bernie Webber depois de ter sido convocado para resgatar os tripulantes de um petroleiro que se rompera ao meio, numa das mais aterrorizantes tempestades de inverno da costa norte-americana.

Gostaram da novidade? Vocês podem adquirir o livro na pré venda da Saraiva, basta clicar nesse link aqui.

Bjs pessoal :)

09/01/2016

Resenha - Segredos de Uma Noite de Verão


Oioi pessoal tudo bem com vocês? Depois de muuuito tempo, hoje trago uma resenha fresquinha. Confesso que tenho lido pouco e quando eu termino de ler um livro acabo ficando sem tempo de postar resenha. Mas agora vou tentar colocar todas em ordem.


Livro: Segredos de Uma Noite de Verão
Autora: Lisa Kleypas
Editora: Arqueiro
Ano: 2015
Páginas: 288
Skoob: 3/5
Adquira o livro: aqui

Sinopse: Apesar de sua beleza e de seus modos encantadores, Annabelle Peyton nunca foi tirada para dançar nos eventos da sociedade londrina. Como qualquer moça de sua idade, ela mantém as esperanças de encontrar alguém, mas, sem um dote para oferecer e vendo a família em situação difícil, amor é um luxo ao qual não pode se dar. Certa noite, em um dos bailes da temporada, conhece outras três moças também cansadas de ver o tempo passar sem ninguém para dividir sua vida. Juntas, as quatro dão início a um plano: usar todo o seu charme e sua astúcia feminina para encontrar um marido para cada, começando por Annabelle. No entanto, o admirador mais intrigante e persistente de Annabelle, o rico e poderoso Simon Hunt, não parece ter interesse em levá-la ao altar – apenas a prazeres irresistíveis em seu quarto. A jovem está decidida a rejeitar essa proposta, só que é cada vez mais difícil resistir à sedução do rapaz. As amigas se esforçam para encontrar um pretendente mais apropriado para ela. Mas a tarefa se complica depois que, numa noite de verão, Annabelle se entrega aos beijos tentadores de Simon... e descobre que o amor é um jogo perigoso. No primeiro livro da série As Quatro Estações do Amor, Annabelle sai em busca de um marido, mas encontra amizades verdadeiras e desejos intensos que ela jamais poderia imaginar.

Resenha: Hoje vou falar de um romance histórico. Que eu me lembre, acho que essa foi a primeira vez que li um livro desse gênero. Sempre ouço e vejo muitas pessoas falarem super bem de romance histórico, então me bateu uma curiosidade enorme em ler algo do tipo. Confesso que não vi grandes coisas, e não chequei a suspirar de amores como muitos dizem suspirar. Mas...vamos lá.

O livro de hoje é Segredos de uma noite de Verão da autora Lisa Kleypas. Ele é o primeiro livro da série “As quatros estações do amor”. Nunca tinha lido nada da autora. Mas já adianto que a escrita dela é boa.

Nesse livro conhecemos a linda jovem Annabelle Peyton (gostei desse nome), que infelizmente é de uma família pobre e sem dote, que ainda não conseguiu se casar. Desde quando o seu pai morreu a situação financeira do seu lar ficou muito difícil e ela teve que batalhar duro para manter o sustento de sua mãe Philippa e do seu irmão Jeremy. Sua família tentava a todo custo esconder diante da sociedade a situação precária em que estavam vivendo, procurando sempre manter as aparências. E mesmo com todas essas dificuldades Annabelle nunca desistiu de conseguir um bom casamento.

"Acredito que, em ocasiões, ocultar informação é o mesmo que mentir." 

Annabelle já estava indo para a quarta temporada de eventos que ocorriam na cidade. Eram festas realizadas pela sociedade. E muitas jovens conseguiam se casar com um grande nobre da alta, ou muitas conseguiam se tornar amantes de homens muito ricos. Tudo acontece em um período em que a nobreza vai a cada dia se enfraquecendo e os grandes empresários começam a tomar posse da sociedade.

Em uma dessas festas Annabelle conhece as jovens Lilian e Daisy Bowman (que são irmãs), elas possuem uma situação financeira muito boa mas são mal vistas pela sociedade por serem americanas. E Evangeline Jenner (conhecida como Evie) que também tem posses mas pela aparência e por uma pequena gagueira que possui não consegue um bom partido. E nesse período as quatros se unem e fazem um acordo de se ajudarem para que cada uma consiga um marido.

Nesse período Annabelle conhece Simon Hunt, um homem que eu consigo imaginar ser bem bonito e é sim muito rico. Mas que não faz parte da nobreza e também não é nenhum conde. Hunt é filho de um açougueiro que batalhou muito para conseguir todos os bens que possui. Tudo com o suor do seu próprio trabalho. Ele leva uma fama de mulherengo e canalha, um homem que só vive dos prazeres da vida.

"Por que me oferecer matrimônio quando poderia me ter como amante?"

Os dois vivem brigando, mas por traz de tanta briga existe uma paixão escondida dentro de cada um. A vida de Annabelle muda da noite para o dia, e muita coisa acontece.

"Porque, durante os último dias, dei-me conta de que não posso suportar que alguém duvide sequer a quem pertence."

Esse é um romance bem água com açúcar. Não te faz suspirar muito, mas faz você torcer loucamente pelos personagens e não é muito previsível. Na metade da história a autora cria uma situação que nos deixa com o coração na mão. Houve momentos em que parece que a autora vai deixar tudo a perder com o rumo que ela estava dando para a história, mas isso não acontece. Ela simplesmente da uma reviravolta e desenrola tudo dentro da trama.

A narrativa é pura e simples, um livro que você consegue devorar em uma tarde. Os personagens são todos muito bem construídos, todos com personalidade marcante e forte. Pretendo dar continuidade na série, pois ainda vem por ai mais três livros. Espero gostar dos outros da mesma forma que gostei desse. É uma leitura que indico para todos que gostam de um romance.

Amei a capa, achei que combinou perfeitamente com a história, a diagramação está perfeita. Mais uma vez a Editora Arqueiro arrasou no trabalho desse livro.

Quotes que mais gostei:

"Cada vez que te olho - murmurou -, acredito que é impossível que possa estar mais formosa..., mas sempre consegue demonstrar quão equivocado estou".

"Annabelle...- Deslizou os lábios por sua garganta -.Te desejei do primeiro momento em que te vi, ali, no exterior do auditório, enquanto procurava moedas em sua bolsa."

"Estar junto a ti na escuridão foi a tentação mais insuportável que jamais experimentei."

"Não podia pensar mais que em quão adorável foi e assim que te desejava".


Classificação

Bjs :)

07/01/2016

Lançamentos Janeiro Editora Arqueiro e Sextante # 28


Olá pipous!! Tudo bem com vocês? Já estava morrendo de saudades. Vamos inciar o ano falando de novidade? Confiram!! Pois tem muito livro bom vindo por ai.



O que há de estranho mim


Sinopse: Ao internar a filha numa clínica, o pai de Brit acredita que está ajudando a menina, mas a verdade é que o lugar só lhe faz mal. Aos 16 anos, ela se vê diante de um duvidoso método de terapia, que inclui xingar as outras jovens e dedurar as infrações alheias para ganhar a liberdade. Sem saber em quem confiar e determinada a não cooperar com os conselheiros, Brit se isola. Mas não fica sozinha por muito tempo. Logo outras garotas se unem a ela na resistência àquele modo de vida hostil. V, Bebe, Martha e Cassie se tornam seu oásis em meio ao deserto de opressão. Juntas, as cinco amigas vão em busca de uma forma de desafiar o sistema, mostrar ao mundo que não têm nada de desajustadas e dar fim ao suplício de viver numa instituição que as enlouquece.

Um Beijo Inesquecível


Sinopse: Toda a alta sociedade concorda que não existe ninguém parecido com Hyacinth Bridgerton. Cruelmente inteligente e inesperadamente franca, ela já está em sua quarta temporada na vida social da elite, mas não consegue se impressionar com nenhum pretendente. Num recital, Hyacinth conhece o belo e atraente Gareth St. Clair, neto de sua amiga Lady Danbury. Para sua surpresa, apesar da fama de libertino, ele é capaz de manter uma conversa adequada com ela e, às vezes, até deixá-la sem fala e com um frio na barriga. Porém Hyacinth resiste à sedução do famoso conquistador. Para ela, cada palavra pronunciada por Gareth é um desafio que deve ser respondido à altura. Por isso, quando ele aparece na casa de Lady Danbury com um misterioso diário da avó italiana, ela resolve traduzir o texto, que pode conter segredos decisivos para o futuro dele. Nessa tarefa, primeiro os dois se veem debatendo traduções, depois trocando confidências, até, por fim, quebrarem as regras sociais. E, ao passar o tempo juntos, eles vão descobrir que as respostas que buscam se encontram um no outro... e que não há nada de tão simples – e de tão complicado – quanto um beijo.

Mais uma Chance


Sinopse: Grant Carter fez tudo em seu poder para convencer Harlow Manning que ele era um bom rapaz. Mais do que uma fala mansa e alguém em quem pudesse confiar. Ele teve de superar sua reputação como um playboy, e sua história com a meia-irmã de Harlow, Nan, uma mulher que é puro veneno. Harlow tinha agarrado a chance, caindo duro e rápido nos braços do cara que emocionou com o seu desejo que tudo consome. Depois de uma vida de evitar bad boys como Grant, ela abriu-se para as possibilidades de amor ... Mas um segredo rasgou-os, e agora Grant e Harlow devem decidir se eles podem lutar o suficiente para fazê-lo funcionar - ou se a dor da traição tem destruído permanentemente o seu futuro.

Enquanto Bela Dormia


Sinopse: Nos salões de um castelo, uma confidente leal guardou por muitos anos os segredos de uma rainha linda e melancólica, uma princesa que só queria ser livre e uma mulher que sonhava com a coroa. Esta é sua história. Ambientada em meio ao luxo e às agruras de um reino medieval, esta releitura de A Bela Adormecida consegue ser fiel ao clássico ao mesmo tempo que constrói uma narrativa recheada de elementos contemporâneos. Nessa mescla, os dramas de seus personagens – um casal infértil, uma jovem que não aceita viver em uma redoma e uma família despedaçada pela inveja – tornam-se atemporais. Quando a rainha Lenore não consegue engravidar, recorre aos supostos poderes mágicos da tia do rei, Millicent. Com sua ajuda, nasce Rosa, uma menina linda e saudável. No entanto, a alegria logo dá lugar às sombras: o rei expulsa de suas terras a tia arrogante, que então jura se vingar. Seu ódio se torna a maldição que ameaça a vida de Rosa. Assim, a menina cresce presa entre os muros do castelo, cercada dos cuidados dos pais e de Flora, a tia bondosa e dedicada do rei que encarna a fada boa do conto original. Mas quando todas as tentativas de proteger Rosa falham, é Elise, a dama de companhia e confidente da princesa, sua única chance de se manter viva. E é pelos olhos dessa narradora improvável que conhecemos todos os personagens, nos surpreendemos com o destino de cada um e descobrimos que, quando se guia pelo amor – a magia mais poderosa do mundo –, qualquer pessoa é capaz de criar o próprio final feliz.

Eternamente Você


Sinopse: *Eternamente Você é um conto gratuito que se passa entre os livros 1 e 2 da trilogia que se iniciou com Desejo Proibido. Quando conheceu o arrogante presidiário Wesley Carter em Desejo Proibido, a professora Kat Lane sentiu um misto de atração e ódio. Mas, à medida que o relacionamento entre eles se intensificou, ela descobriu um novo lado de seu aluno e se apaixonou por ele. Agora os dois resolvem se casar, mas a mãe de Kat não fica nem um pouco satisfeita com a notícia do noivado. Além disso, Carter acaba de assumir a presidência da empresa da família, uma grande responsabilidade em sua nova vida fora da prisão, e precisa apoiar seu melhor amigo, que não consegue se livrar das drogas. Equilibrar problemas pessoais, da família e de um negócio de bilhões de dólares não deixa muito tempo para o casal aproveitar a vida a dois. Em meio a esse turbilhão, será que Carter e Kat vão conseguir manter a chama da paixão acesa?



Paraíso Tropical


Sinopse: Perca-se numa profusão de cores e formas enquanto dá vida às exóticas plantas e criaturas do Paraíso Tropical. As belas e intrincadas ilustrações de Millie Marotta convidam você a criar seu próprio estilo, seja acrescentando textura a uma plantação de cactos ou colorindo as penas de um papagaio exuberante. Explore os mistérios da floresta e encontre pássaros, borboletas e outros animais que estão à sua espera para ganhar cores lindas e vibrantes. Ao embarcar nesta atividade criativa e relaxante, você pode descobrir seu paraíso particular.

Dinheiro: Os Segredos de quem tem


Sinopse: Muita gente tem uma ideia totalmente errada de como as pessoas enriquecem. Poucas vezes é uma herança, um diploma de pós-graduação ou mesmo a inteligência que constrói uma fortuna. Com mais frequência, ela resulta de trabalho duro, economias disciplinadas e um padrão de vida adequado. Em Dinheiro: os segredos de quem tem, o consultor Gustavo Cerbasi explica o que fazer para começar agora mesmo a equilibrar as contas e se aproximar da tão sonhada independência financeira. Ao simplificar temas como aposentadoria, investimentos e empreendedorismo, ele mostra que, com conhecimento e organização, qualquer pessoa pode conquistar um futuro sólido e tranquilo. Logo no início do livro, você poderá fazer um teste para descobrir qual é o seu perfil financeiro. A partir daí, ficará mais fácil aplicar os novos conhecimentos às suas reais necessidades. Cerbasi faz um alerta contra as armadilhas financeiras do dia a dia, sugerindo maneiras práticas de reduzir as despesas e gerenciar melhor os ganhos. Ele também destaca a importância de se ter uma postura voltada para a prosperidade. O caminho para a riqueza depende muito mais das decisões que as pessoas tomam em seu cotidiano do que dos bens que possam vir a acumular. Reveja seu planejamento financeiro e faça o dinheiro trabalhar por você.

A Melhor dieta para você


Sinopse: A melhor dieta para você quebra mitos relacionados a diversas dietas da moda, traz valiosas dicas sobre nutrição e chama a atenção para um tema importante: não importa se um regime deu certo para sua amiga ou para sua celebridade favorita – uma dieta só será eficiente se estiver de acordo com as suas preferências e necessidades individuais. Seis em cada dez pessoas admitem querer perder peso desesperadamente – e muitas estão dispostas a tentar qualquer dieta para alcançar esse objetivo. Quem quer emagrecer deseja uma dieta que traga resultados rápidos e não exija muitos sacrifícios. Mas, entre tantos planos alimentares, como saber qual deles é o melhor para você? Como descobrir se o método mais eficiente é cortar carboidratos, contar calorias ou ingerir apenas alimentos crus? Para ajudar você a fazer a escolha certa, a jornalista especializada em saúde Caroline Jones resolveu estudar as 30 dietas mais populares dos últimos 50 anos e as reuniu de forma didática e resumida neste livro. Ela explica como funciona cada plano alimentar, analisa suas vantagens e desvantagens, dá exemplos de cardápio diário e indica que tipo de personalidade e estilo de vida é mais adequado àquele programa.

A Boa Sorte


Sinopse: “Os jovens têm muito a aprender com esta história, que ilustra que o sucesso não é fruto do acaso, e sim do trabalho duro e da disposição para correr atrás de seus sonhos.” – Flávio Augusto, autor de Geração de Valor “Somos nós que construímos nosso futuro, que nos preparamos para os imprevistos. As oportunidades são infinitas, mas poucos se preparam como poderiam para aproveitá-las. Este deveria ser mais do que um livro de cabeceira, talvez a leitura inicial de todo aquele que quer empreender, enriquecer ou transformar sua vida.” – Gustavo Cerbasi, autor de Casais inteligentes enriquecem juntos. Você sabe qual é a diferença entre a sorte e a Boa Sorte? Se você sempre acreditou que a sorte é uma questão de acaso, esta história inspiradora vai lhe mostrar que ela nada tem a ver com um acontecimento fortuito e que cabe a nós criarmos as condições para que ela aconteça em nossa vida. A Boa Sorte começa com o reencontro de dois amigos de infância que não se viam havia 50 anos. Um deles se tornou muito bem-sucedido, enquanto o outro não soube aproveitar as oportunidades que teve. O segredo daquele que foi próspero sempre esteve em uma fábula que seu avô lhe contava quando era criança e que lhe serviu de guia ao longo dos anos. Publicada em mais de 60 países e comparada a clássicos como O Alquimista e Quem mexeu no meu queijo? , esta fábula mostra como criar as condições favoráveis para o sucesso mesmo nas circunstâncias mais difíceis.

Sucos Verdes


Sinopse: Mais de 500 mil livros vendidos em todo o mundo. “Quando o assunto são sucos verdes, nada melhor do que este livro de Fern Green.” – Marie Claire italiana. Aprenda a fazer sucos, smoothies e leites vegetais saborosos e fáceis de preparar.

O Alquimista



Sinopse: Quando você quer alguma coisa, todo o Universo conspira para que você realize seu desejo. De tempos em tempos, surge um livro capaz de mudar para sempre a vida de seus leitores. "O Alquimista" é um deles. Com mais de 65 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, o mais famoso título de Paulo Coelho já se estabeleceu como um clássico moderno, atemporal e universal, que segue fascinando públicos cada vez maiores, de diferentes gerações. Simples, sábia e inspiradora, esta história refaz os passos de um pastor da Andaluzia que viaja para o deserto egípcio em busca de um tesouro enterrado nas Pirâmides. O que começa como uma jornada para encontrar bens materiais torna-se uma descoberta das riquezas que escondemos dentro de nós mesmos. As belas lições que Santiago aprende ao longo do caminho nos falam da sabedoria de ouvir o que diz o coração, de ler os sinais com que deparamos ao longo da vida e, acima de tudo, da importância de seguir os nossos sonhos.

Gostaram dos lançamentos? Então vamos comentar!!!

Bjs :)
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